Foto: www.organicaalimentos.com.brA salsa (Petroselinum crispum) é uma das espécies de hortaliças que não atinge sua importância pelo volume ou valor de comercialização mas sim pela utilização comercial como condimento. A planta é produzida mais em solos areno-argilosos, com alto teor de matéria orgânica, boa fertilidade e pH entre 5,8 e 6,8.
A primeira colheita é feita entre 50 e 90 dias após a semeadura, quando as plantas atingirem cerca de 10 a 15 cm de altura (HEREDIA et al., 2003)
Histórico:
Natural da Europa, a salsa (conhecida também por salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense) foi trazida para o Brasil no início da colonizaçao. Seu cultivo é relativamente fácil: pode ser cultivada em vasos e adapta-se muito bem a terrenos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, fracamente ácidos e bem drenados.
Os gregos antigos já usavam a salsinha para coroar os vencedores de jogos, para decorar canteiros e em tratamentos medicinais. Foram os romanos, os primeiros a consumí-la como alimento. Em banquetes, era oferecida aos convidados para prevenir intoxicação. Originária da Europa, é a erva mais consumida neste continente (HORTAEMCASA.COM.BR)

Propriedades medicinais:
A salsinha é rica em vitaminas A e C. Ela é ótima para aliviar dores no estômago e eliminar gases do estômago e intestino. Essa hortaliça atua nos distúrbios urinários por ser um diurético natural — que ajuda os vasos sangüíneos a eliminarem o excesso de líquido. A salsa é também anticancerígena, devido à sua alta concentração de antioxidantes. Ela deve sempre fazer parte das saladas porque atua como um desodorante interno. O suco da salsa, quando aplicado em gotas, alivia a dor de ouvido. As folhas, em cataplasmas, são antiinflamatórias. E quando usada em forma de tópicos, age como calmante das pálpebras e olhos, desodorante bucal e controlador da oleosidade da pele (BELEZAESAUDE.DAE.COM.BR)
Os antigos egípcios usavam-na como um remédio para dor de estômago e distúrbios urinários. Os romanos acreditavam que a salsa evitava intoxicaçao e, portanto, a empregava para desodorizar o ar (repleto de álcool) durante seus banquetes. No passado acreditava-se que ela era capaz de curar doenças como a malária, a peste e o envenenamento. Atualmente, ela é mais conhecida pelas suas propriedades diuréticas e carminativas (HORTAEMCASA.COM.BR).
Entre os componentes ativos, citamos sobretudo o óleo essencial (até 7% nas sementes), um glicosídeo, a apiina, etc. A raiz contém cerca de 5% do óleo essencial. Possui muito manganês e a cinza das sementes contém 0,5% de óxido de ferro. Ela contém um princípio inflamante; o contacto com suas raízes pode provocar edema no braço e inflamação na pele (RADIALDESIG.COM.BR).
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